Celular molhou? primeiros socorros!

1. Retire o celular da água o mais rápido possível

Se estiver funcionando, desligue-o imediatamente. As tampas de plástico em celulares são bastante apertadas, mas a água pode entrar no mesmo em um curto período de tempo, talvez em apenas 20 segundos ou menos. Não o ligue, pois isso pode causar um curto-circuito.

2. Após retirar o celular da água, seque o aparelho usando papel toalha ou panos sobre o aparelho.
Enquanto o papel ou pano absorve a água, tire a bateria. Este é um dos passos mais importantes para recuperar o celular. Muitos circuitos internos resistem à água – contanto que não estejam ligados a uma fonte de energia na hora em que entram em contato com a água.

3. Remova o chip (cartão SIM) e o cartão de memória.
Alguns ou mesmo todos os seus valiosos contatos (juntamente com outros dados) podem estar armazenados nesses dois pequenos cartões. Para muitas pessoas, salvar esses cartões é mais importante do que salvar o próprio aparelho.

*Cartões SIM sobrevivem bem a danos causados pela água, mas alguns dos passos a seguir podem danificá-lo, por isso é essencial removê-lo o mais rápido possível. Seque e deixe-o de lado até que você possa usá-lo de novo.

4. Não use um secador de cabelo.
Ao contrário do que muita gente pensa, não é recomendável que você use um secador de cabelo (nem mesmo no modo “frio”) para secar o telefone. Seu uso pode espalhar ainda mais a umidade nos componentes pequenos e profundos dentro do mesmo – o ar do secador é muito concentrado em um ponto só. E se o ar for muito quente, ele provavelmente vai derreter os componentes.

5. Utilizar uma substância com alta capacidade de absorção pode ajudar a extrair a umidade.
Deixe o aparelho em uma tigela ou saco hermeticamente fechado com arroz cru durante a noite. O arroz irá absorver a umidade restante.
*Se puder, é preferível utilizar um agente dessecante (aqueles potinhos de sílica encontrados frequentemente dentro de frascos de medicamentos, multivitamínicos, calçados, etc). Eles absorve a umidade melhor do que arroz.

6. Teste o seu telefone. Depois de ter esperado pelo menos 24 horas, ou mais, se possível, verifique se todas as partes do seu telefone celular estão limpas e aparentemente secas (incluindo frestas, saídas para periféricos e compartimentos). Volte a colocar a bateria no telefone. Tente ligá-lo.

*Se mesmo assim o celular não funcionar, tente colocá-lo no carregador sem a bateria. Se ele ligar, é porque você precisa trocar a bateria.

*Se você seguiu o passo acima e ainda assim o celular não liga, é melhor levá-lo a uma assistência qualificada.

Internet Banking, é Seguro?

Segurança do Internet Banking da Caixa

Os clientes da Caixa que utilizam serviços online possuem o acesso protegido por códigos de segurança e duas senhas exclusivas (senha internet e assinatura eletrônica). Essa dupla autenticação aumenta os níveis de segurança e dá mais tranquilidade aos clientes. Conheça um pouco de cada um dos requisitos de segurança:

Senha da Internet

A senha da internet é uma senha exclusiva para acesso aos serviços do Internet Banking e Aplicativo Caixa. Essa senha não permite a realização de transações bancárias, apenas o login no serviço.

Assinatura Eletrônica

É através da Assinatura Eletrônica que o cliente pode fazer transferências, resgates, pagamentos e todas as transações bancárias possíveis pelo Internet Banking Caixa e Aplicativo Caixa. Essa senha é criada pelo cliente, por isso é recomendado que não sejam usados dados pessoais e que seja feita a troca de senha com certa frequência.

Teclado virtual

Os dados que o cliente fornece ao acessar o Internet Banking Caixa são inseridos através do teclado virtual. O que garante máxima segurança na transmissão de dados, já que esse teclado criptografa os dados inseridos não possibilitando a sua captura ou leitura.

Acesso via desktop/notebook

Clientes que usam o Internet Banking Caixa através de computadores devem instalar o adicional de segurança. Para realizar o procedimento basta acessar o site da Caixa e clicar em “acessar minha conta”. Quando um cliente que ainda não possui o módulo de segurança faz o login, a própria página reconhece a ausência do sistema e solicita sua instalação.

Confira algumas dicas para aumentar ainda mais a sua segurança

  • ​A Caixa não solicita sua senha internet e assinatura eletrônica numa mesma tela, ou duas assinaturas para uma só transação.
  • Ao acessar a página do banco, digite a URL em vez de clicar em links. Verifique também se o protocolo “HTTPS” aparece no site.
  • A Caixa não envia e-mails para seus clientes sem que eles sejam solicitados (o que acontece em caso de consultas de produtos e serviços, denúncia a ouvidoria, etc). E quando envia, esses e-mails não contêm links para acesso a outras páginas ou solicitam senhas.
  • Desative o login automático.
  • Mantenha o software do seu dispositivo atualizado.
  • Não acesse sua conta em dispositivos não confiáveis, ou em computadores e redes de internet públicas.

6 dicas para deixar o seu computador mais rápido

Com o tempo, o computador acaba ficando mais lento e algumas funções básicas, como carregar arquivos e abrir páginas, ficam bem devagar. Mas isso não quer dizer que chegou a hora de trocar o seu PC ainda não, viu?Hoje eu vou te mostrar algumas dicas simples para deixar o seu PC mais rapidinho! Olha só:

  1. Limpar o disco rígido
    Parece algo difícil, mas não é não. Eu vou descomplicar para você! O Windows possui uma ferramenta de limpeza que exclui todos os arquivos desnecessários armazenados, como relatórios de erros e documentos temporários.
    Para excluir tudo isso, é só entrar em “Limpeza do Disco”. Se o seu Windows for posterior ao Windows 8, é só usar a barra de pesquisa do menu “Iniciar”. Agora, se for anterior, vá em “Iniciar”, “Acessórios” e depois em “Ferramentas do sistema” e procure a opção.

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    Assim que a tela abrir, é só você selecionar os arquivos que quer excluir e clicar em “Limpar arquivos do sistema”.

  2. Desfragmentar e otimizar unidades
    Quando a gente usa o computador, as funções que fazem o sistema funcionar vão se espalhando pelo disco rígido, que é onde ficam guardados todos os dados. E se estiver tudo espalhado, o sistema não consegue encontrar as informações que precisa.
    Para resolver isso, vá em “Ferramentas do sistema” e procure por ”Desfragmentar e Otimizar Unidades”. Clique em “Analisar” e depois em “Otimizar” ou “Desfragmentar”.

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  3. Desinstalar programas
    O computador pode ficar mais rápido se você desinstalar os programas que não usa mais e os programas que acabam sendo baixados juntos com outros, muitas vezes sem que você fique sabendo. Para fazer isso, é só procurar pelo “Painel de controle” e clicar em “Programas e Recursos”. Depois é só clicar no programa que você quer apagar e em “Desinstalar”.

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  4. Limpar arquivos
    Gente, é sempre bom fazer uma limpeza nos arquivos do seu computador. Apague os documentos que não vai mais usar, as fotos duplicadas e guarde os arquivos que acessa menos em um HD Externo ou pen drive. Também aproveite para esvaziar a lixeira do seu computador, viu?
    Outra dica é apagar os atalhos e arquivos que ficam salvos na área de trabalho. Eles fazem com que o computador demore mais para inicializar!
  5. Execução automática
    Sabe quando você liga o computador e vários programas começam a abrir? Então, isso faz com que o sistema fique mais lento, porque ele precisa processar todas as informações desses programas.

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    Um jeito de resolver isso é desabilitando a execução automática. Para fazer isso, abra o app Executar (é só pressionar Windows+R) e digite “services.msc” (sem aspas, viu?). Vai abrir uma janela com a lista com os programas que iniciam automaticamente, manualmente e os que estão desativados. Clique duas vezes no software que está sendo executado sozinho e altere o tipo de inicialização para “manual” ou “desativado”.

  6. Antivírus
    Manter o seu antivírus atualizado é muito importante para evitar a instalação indesejada de vírus e programas suspeitos, tá?

Notebook: quem inventou, qual foi o primeiro modelo e mais curiosidades

GRiD Compass: o primeiro notebook do mundo
Apesar de o título ainda gerar discussões entre entusiastas, o GRiD Compass é reconhecido internacionalmente como o primeiro notebook do mundo. Apesar de já existirem computadores relativamente pequenos em 1982, quando o dispositivo fora lançado, o modelo da GRiD foi o primeiro com o formato “concha”, que une tela e teclado por meio de dobradiças.

O GRiD Compass era caro: ele custava, na época, cerca de US$ 8 mil. Isso o impediu de fazer sucesso com o público comum. No entanto, mesmo pesando 5 kg no total, suas dimensões eram perfeitas para o uso em missões militares, incluindo viagens da NASA para o espaço. O governo norte-americano era o seu principal comprador.

Debaixo do capô, o modelo trazia o processador 8086, da Intel, 512 kB de armazenamento, 512 kB de RAM e uma tela com 320 x 240 pixels. Embora todos os componentes fossem considerados de ponta para a época, o primeiro GRiD Compass não tinha bateria interna – hoje um componente indispensável até nos modelos mais básicos.

O Osborne 1, desenvolvido por Adam Osborne em 1981, foi o primeiro computador portátil comercialmente bem-sucedido e tinha preço mais acessível na época – US$ 1.795 (equivalente a US$ 4.832 em 2017). No entanto, o modelo não contava com formato de concha.

Laptop ou notebook: há diferença?
Hoje em dia, é possível afirmar que não há diferença alguma entre os aparelhos classificados como “laptops” e aqueles chamados de “notebooks”. No entanto, quando os computadores portáteis começaram a surgir, entre os anos 80 e 90, os notebooks costumavam ser menores, e, consequentemente, menos capazes que os laptops.

Na época, o termo notebook, que pode ser traduzido do inglês como “Caderno de notas”, foi escolhido para estes dispositivos porque eles se limitavam à edição de texto e outras tarefas mais básicas. Atualmente, um mesmo modelo pode ser chamado por ambos os termos, até mesmo de forma oficial.

“Laptop” é um termo equivocado; entenda

Apesar de esclarecermos que ambas as nomenclaturas são sinônimos e estão corretas, a interpretação literal do termo laptop, que significa “acima do colo” ou “sobre o colo”, é equivocada e pode gerar problemas à saúde – tanto do aparelho quanto do usuário.

Isto acontece porque, na maioria dos modelos, a dissipação de calor se dá pela saída de ar quente da parte inferior do equipamento. Com isso, ao utilizá-lo “sobre o colo”, como indica o termo laptop, o usuário corre não só o risco de obstruir a refrigeração da máquina, mas também, em casos extremos, sofrer queimaduras nas pernas.

Para o uso correto de um notebook, o mais indicado é posicioná-lo sobre uma superfície reta e lisa – como uma mesa. Dessa forma, sempre haverá espaço para que o ar quente do aparelho saia em segurança, sem entrar em contato direto com a pele do usuário.

Notebooks também podem ser resistentes

Embora os notebooks atuais estejam cada vez mais finos, leves e frágeis, consequentemente, diversas fabricantes investem na produção de aparelhos mais resistentes que a média. A Dell, por exemplo, atualiza sua linha Latitude Rugged, de notebooks ultra-resistentes, com uma certa frequência.

O modelo mais recente da marca, batizado como Latitude 14 Rugged Extreme 7414, foi lançado em 2017 e traz opções com a 6ª geração de processadores Intel Core, 16 GB de memória RAM e tela de 14 polegadas na resolução HD (1366 x 768). As especificações incluem ainda Windows7, 8, 8.1 ou 10 nas versões Professional e Home, plataforma de criptografia integrada, gráficos AMD Radeon R7 M360 e até 1 TB de armazenamento SSD.

Apesar do hardware mediano, o que justifica o preço de R$ 17.499cobrado pelo Rugged Extreme 7414, que pode ser encontrado no site da fabricante, é a sua certificação para uso militar. Segundo a Dell, o modelo sobreviveu a mais de 30 testes, alguns envolvendo chuva, água pressurizada, impactos, poeira, choque térmico, atmosfera explosiva, quedas e radiação solar.

Psion MC Series: o primeiro notebook com touchpad e SSD

Apesar de não ter feito tanto sucesso quanto o esperado por seus criadores, a série de notebooks MC, da fabricante britânica Psion, estava muito à frente de seu tempo. Os modelos lançados no início da década de 90 eram os primeiros a terem um touchpad, da forma como conhecemos, e unidades de armazenamento de estado sólido, o SSD.

Vendidos nos modelos MC 200, 400, 600 e WORD, os notebooks da série eram surpreendentemente portáteis para a época. O touchpad, a principal novidade dos modelos, era localizado acima do teclado, funcionando junto do sistema operacional da marca. Anos mais tarde, o fato de utilizarem um sistema próprio, deixando de lado o popular DOS, foi considerado o principal motivo de fracasso da linha.

Nova interface da netflix

A Netflix começou a soltar a atualização na interface do seu aplicativo para Android que vinha sendo testada desde o final do ano passado. Na época, a mudança era feita no servidor, provavelmente como forma de observar a recepção dos usuários. Agora, parece que a empresa de streaming está pronta para seguir em frente com as alterações.

A nova interface retira o botão de hambúrguer que ficava ao lado superior esquerdo da tela e o substitui por uma barra inferior que organiza as diferentes formas de interação com o aplicativo. A ferramenta de busca, que antes ficava no topo, também foi movida para essa região. Veja abaixo as fotos publicadas pelo site Android Police.

 

Aplicativo da Netflix.

As opções de gerenciamento de conta, que antes apareciam quando o usuário abria o menu, agora ficam na última opção da barra de navegação. Outra novidade é o “Coming Soon”, que indica lançamentos futuros da plataforma para serem adicionados a sua lista.

Aplicativo da Netflix.

A atualização está sendo lançada para usuários da versão beta e ainda não há previsão para que chegue a todos os assinantes do serviços.

FONTE: TECMUNDO

5 dicas simples de segurança na hora de navegar na internet

Senha
Quando fizer cadastros, não coloque senhas fáceis de descobrir, como datas de aniversários, nomes de parentes, times de futebol ou sequencias numéricas, como 1234. Quanto mais difíceis forem as senhas, mais difícil é de descobrir! Uma boa dica é misturar letras e números e também colocar algum diferencial, como uma letra maiúscula, por exemplo.
Também é muito importante não usar a mesma senha em vários sites. Procure ter uma senha diferente para cada cadastro novo e troque as senhas com regularidade. Se você for meio esquecido, não precisa se preocupar! Existem aplicativos, como o F-Secure Key, que te ajudam a gerenciar todas as senhas. O app tem uma senha para você entrar, então essa é a única que você vai ter que lembrar, porque todas as outras estarão guardadas nele.

Alguns navegadores oferecem a opção de deixar a senha salva. Não aceite, porque dá para ter acesso à senha escrita através do computador! E toda vez que for sair de um site que precise de senha, clique em “sair” ou “logout” para as suas informações não ficarem salvas no navegador.
Mantenha tudo atualizado
Outra dica importante é manter os softwares do computador e os antivírus sempre atualizados, para garantir que quando for baixar arquivos pela internet eles não estejam infectados por vírus que podem danificar seu computador.
Existem várias opções de antivírus, alguns até com versões gratuitas, como o AVG, Avast e PC Analyzer. Eles fazem uma varredura no seu computador, páginas de internet e pen drives para prevenir o ataque de programas maliciosos. O mais legal é que alguns também têm versão para smartphone. Assim você consegue proteger todos os seus aparelhos!
Segurança
Olha só, quando for entrar em algum site de banco, veja se tem um cadeado verde na barra de endereço ou se o endereço começa com https. Isso significa que as suas informações estão seguras, tá?
E-mail
Sempre desconfie de e-mails e mensagens enviados por remetentes desconhecidos e tenha cuidado quando for clicar em links compartilhados nas redes sociais e também por e-mail, pois eles podem ter algum tipo de vírus.
Wi-Fi
Por último, evite se conectar a redes públicas de Wi-Fi que são oferecidas em lojas, bares, restaurantes e shoppings. Elas podem não ser seguras o suficiente para acessar informações pessoais ou do trabalho.

Do que é feito o celular?

Um estudo realizado pela equipe da Arbor-based Ecology Center (uma organização ambiental sem fins lucrativos, nos Estados Unidos) e por especialistas da ifixit.com revelou que todos os aparelhos celulares testados possuem pelo menos uma substância nociva à saúde. Foram avaliados na pesquisa 36 modelos de celulares de dez fabricantes diferentes, lançados entre 2008 a 2013.

Para realizar o estudo, foi coletado um grande número de amostras do conteúdo de diversos modelos. No total, 1.105 amostras foram analisadas para testar se um dos 35 diferentes produtos químicos e elementos estariam presentes. Os aparelhos foram completamente desmontados e os componentes exteriores foram testados utilizando fluorescência de raios-X (confira no vídeo os detalhes da pesquisa).

O que a pesquisa revelou?

A pesquisa apontou a presença de componentes tóxicos nos celulares. Substâncias como chumbo, bromo, cloro, mercúrio e cádmio podem poluir o aparelho por toda a sua vida útil. As emissões durante a produção também são um problema. Além disso, a mineração de metais usados na produção dos dispositivos, como estanho, tântalo, tungstênio e ouros, está ligada a conflitos na República do Congo.

Confira os principais apontamentos contidos na pesquisa:

  • Todos os aparelhos testados continham substâncias químicas danosas;
  • Aparelhos da Samsung tiveram a maior média de pontos entre os testados;
  • Apple foi a que mais evoluiu. Os dois modelos mais recentes, o 4S and 5, estão entre os melhores;
  • Os novos aparelhos, em geral, são melhores que os antigos. As empresas estão reduzindo os componentes químicos nocivos na produção de seus aparelhos celulares;
  • Existe, sim, uma transição para alternativas mais seguras. Os principais fabricantes, incluindo a Apple, Sony, Samsung e outros, começaram a mudar para materiais mais seguros.

Entenda os males que o lixo eletrônico pode causar

O lixo eletrônico pode causar, entre outros problemas, danos ao solo. Ao ser descartado em aterros ou lixões, os componentes tóxicos nele contidos podem contaminar lençóis freáticos, afetando a qualidade da água que as pessoas usarão para beber, irrigar as lavouras ou lavar os alimentos. Mas o perigo de contaminação por tais substâncias também pode ser direto, no caso das pessoas que manipulam as placas eletrônicas durante o processo de manufatura dos aparelhos.

Esses componentes tóxicos podem causar diversos males à saúde: o mercúrio, por exemplo, pode causar danos ao cérebro e ao fígado. Já o chumbo, possui propriedades que danificam os sistemas nervoso e sanguíneo. O cádmio, por sua vez, pode contaminar os ossos, rins e pulmões.

Aparelhos com menos substâncias nocivas à saúde são questão de tempo

Segundo Jeff Gearhart, diretor do da Arbor-based Ecology Center, “a demanda por celulares mais sustentáveis por parte dos consumidores está fazendo com que as companhias fabriquem  produtos melhores”. Gearhart também alerta “Precisamos criar políticas federais e internacionais para controlar o uso destes produtos químicos e do desperdício de eletrônicos, assim como promover um processo de fabricação sustentável”.

Computador Lento

A lentidão de um computador ou notebook é difícil de diagnosticar — muitas coisas podem influenciar o desempenho do computador. Muita gente desiste de tentar encontrar o problema e reinstala o sistema, o que às vezes também não resolve ou só resolve por um tempo: afinal, se o computador está lento com o seu uso, você vai reinstalar tudo de novo e o problema tende a voltar.

Temperatura

As temperaturas no Brasil são altas, o que significa que nossos computadores estão em desvantagem: as máquinas tendem a funcionar melhor em temperaturas amenas ou até frias. Mesmo assim, é comum economizar na compra de uma solução térmica para o computador e o resultado pode ser uma máquina mais lenta.

Quando o processador aquece demais, ele diminui sua potência para não “fritar” e só se recupera quando a atividade diminui (ou seja, quando ele não precisa mais trabalhar). Sempre que você de fato precisar fazer algo, portanto, a velocidade cairá.

A pasta térmica usada no computador precisa ser trocada de tempos em tempos (especialmente se ela for de baixa qualidade). Poeira também pode obstruir entradas e saídas de ar (especialmente em notebooks).

Baixe o Hardware Monitor e confira se as suas temperaturas estão adequadas. Os limites variam dependendo do processador, mas a regra geral, para Intel, é não encostar nos 90 C. Para AMD FX, o ideal é abaixo de 70 C.

Note que em muitos casos há diferenças de temperatura de núcleo e soquete. Isso também deve ser levado em conta (o núcleo sempre tem limites mais baixos).

Problemas no disco rígido

Esqueça o desfragmentador de disco: hoje em dia o Windows já desfragmenta seu disco rígido periodicamente. Mas se o seu disco rígido está com problemas, ele vai ficar mais lento. Discos rígidos modernos funcionam alocando blocos reservas quando blocos ruins começam a aparecer e tentam ler um setor diversas vezes antes de desistir. Se há um problema no HD, seu computador vai ficar lento enquanto o HD decide o que faz da vida.

Você pode usar programas como  o HD TuneCrystal Disk e HDDScan para verificar se há erros monitorados pelo HD (erros “SMART”), realizar exame de erros manuais e benchmarks (testes de desempenho) de leitura e escrita. Os benchmarks podem ser comparados aos resultados de outros usuários com o mesmo HD: se o seu resultado estiver muito abaixo, pode haver um problema com a unidade.

Evite os testes de superfície ou outros testes muitos agressivos que podem reduzir a vida útil do seu disco rígido. Se estiver na dúvida, limite-se ao benchmark de leitura comum e ao relatório SMART (os programas devem informar se a saúde do seu disco está boa ou não — essa é uma informação que vem do próprio HD, mas não é infalível).

Programas em execução

Se algum programa em execução está ocupando muito o processador, a tendência é a máquina toda sofrer.

Para descobrir o possível vilão, abra o gerenciador de tarefas do Windows (CTRL-SHIFT-ESC). Vá na aba “Detalhes”. Clique com o botão direito nas colunas e em “Selecionar colunas”. Procure “Tempo de CPU”, marque e confirme. Na lista, clique na nova coluna de “Tempo de CPU” para organizar a tabela pelos programas com mais tempo de CPU.

Esses são os programas que mais estão consumindo o seu processador. Você provavelmente verá o “Tempo Ocioso” no topo algum “svchost.exe” e (também muito normal) o seu antivírus. Se o seu antivírus estiver consumindo muitos recursos mesmo, considere desativá-lo para ver se isso resolve o problema.

Outros vilões esporádicos que talvez não aparecerão nesta lista são abas de navegador com animações em Flash ativas. Uma animação Flash pode consumir muitos recursos de processamento. Pessoalmente, eu navego na web sem Flash para evitar isso.

Falta de memória

Quando a memória RAM está com defeito, ela não é boazinha a ponto de deixar o sistema apenas lento: a tendência é ela fazer com que programas travem ou até congelar o computador completamente.

Você pode, porém, estar com falta de memória. A quantidade de memória abocanhada por um navegador web com várias abas abertas é incrível — e navegar na web é algo que todos nós fazemos. Então não adianta muito imaginar que você não vai precisar de memória só porque não faz nada muito “avançado” no computador.

O gerenciador de tarefas do Windows (CTRL-SHIFT-ESC) permite a você conferir a quantidade de memória total em uso. Se o uso da memória está se aproximando do limite, provavelmente você seria beneficiado por mais memória: o Windows tende a deixar uma “reserva de emergência” pronta para receber novos programas que você executar.

Se você está com 100% da memória utilizada, então a situação é extremamente crítica. Você precisa fechar programas ou instalar mais memória.

 

Os principais tipos de vírus

Conheça os principais tipos de vírus de computador:

Vírus de Boot

Foi um dos primeiros tipos de vírus conhecido. Ele se aloja na parte de inicialização do sistema e é ativado quando o HD é ligado e o sistema operacional é carregado.

Vírus Bomba-relógio

Este tipo de vírus é programado para se ativar em um momento pré-determinado por seu criador. Uma vez alojados em um dispositivo, ficarão lá até que o momento de sair da latência chegue, para que então eles possam gerar os danos.

Worms ou vermes

Este tipo de vírus pode não ser muito prejudicial ao sistema, mas é de uma chatice imensa. Seus criadores visam mais o seu compartilhamento do que gerar danos aos sistemas em que se hospedam. Para isso, usam por exemplo dos clientes de email para se propagarem.

Cavalos de Tróia, ou Trojans

Basicamente, são vírus que instalam softwares que permitem outro usuário ter acesso parcial ao seu dispositivo. Podendo capturar informações, ou realizar ações.

Hijackers

São programas que passam a ter “controle” dos browsers, adicionando barras e plug-ins, exibindo pop-ups e até mesmo impedindo acesso a determinados sites, como os que ensinam a como reverter o processo.

 

 

Entendendo a diferença entre BIT e BYTE

Muitas das vezes nos confundimos com as imensas siglas e termos que nos permeiam. Isso acontece com as unidades de medita BIT e BYTE.

Para quem não sabe, eles não são a mesma coisa, e sua diferença é grande. 8 vezes pra ser exato. Não entendeu? Confira a explicação:

Um BIT (BInary digiT – Dígito Binário), é a menor unidade de informação que pode ser armazenada ou transmitida. É geralmente usada na computação e teoria da informação. Um bit pode assumir somente 2 valores, como 0 ou 1.

Para representarmos um caractere, precisamos de um conjunto de BITs enfileirados, e uma sequência de 8 BITs é capaz de representar qualquer caractere de nossa língua (letras maiúsculas e minúsculas, pontos e acentuação).

O nome BYTE foi alcunhado pela IBM e nada mais é do que esses conjuntos de 8 BITs.